Já chegaram as novas coleções dos designers da Free Spirit!

Muito coloridos e, sobretudo, de excelente qualidade - novos tecidos de algodão das coleções Free Spirit Em abril, apresentámos, pela primeira vez, as coleções dos designers da Free Spirit Anna Maria Horner e Joel Dewberry. Porque as nossas clientes gostaram tanto destas novas coleções, adicionámo-las agora também à nossa gama de produtos. Estes designers mantiveram-se fiéis ao seu estilo, tendo alguns dos seus desenhos com mais sucesso sido lançados em novas cores. Inspirados em viagens, na natureza e na própria vida, estes designers desenvolveram novos padrões - tudo, claro, com a excelente qualidade comprovada do algodão! Descubra agora as novas coleções "Pretty Potent" de Anna Maria Horner e "Birch Farm" de Joel Dewberry!

Deixe-se entusiasmar pela nova coleção Rowan de Amy Butler!

Para os fãs do design moderno - nova coleção da Rowan Desde abril de 2014, que temos para si os tecidos de Amy Butler. Com a sua mais recente coleção "Glow", esta designer norte-americana emocionou novamente as fãs dos desenhos coloridos em formas geométricas, que têm como fonte de inspiração a natureza e viagens feitas pela artista. Estes tecidos convidam-na a que os transforme em mantas coloridas, bolsas ou almofadas, alegrando qualquer dia cinzento com as suas cores vivas! Dê largas à sua criatividade!
ROWAN - Oasis 3 ROWAN – Pip 1 ROWAN – Quarter Moon 2

Entrevista com Anna Maria Horner

Muito recentemente, pusemos à vossa disposição os esplêndidos tecidos de algodão dos criadores Free Spirit Joel Dewberry e Anna Maria Horner. Como sabemos que vos interessa muito saber quem são estes criadores e o que verdadeiramente os inspira, fizemos-lhes uma pequena entrevista e eis as respostas que nos deram. Entrevista com Anna Maria Horner Nome: Anna Maria Horner
Data de nascimento: 31 de julio de 1972
Lugar de residência: Chicago, Illinois
Formação: Licenciada em Artes, com especialidade em Desenho, pela Universidade do Tennessee
Filosofia de vida: Sê amável.

Como te tornaste artista têxtil?
Em 2006, fui abordada pelo antigo chefe do Departamento de Design da marca Free Spirit numa feira em Nova York, onde apresentei os meus trabalhos. Nessa altura, a indústria dos tecidos começava a mudar e a adaptar-se à nova conjuntura. Assim, era imperativo que os tecidos em patchwork também mudassem e começassem a oferecer mais do que os padrões tradicionais.

Descreve-nos um dia típico de trabalho no teu atelier.
Vou para o atelier depois de os meus filhos terem saído para a escola e o meu marido ter saído para o trabalho. Então, começo o dia de trabalho por ver os meus emails e beber uma chávena de café. Quando os meus assistentes chegam ao atelier, analisamos o plano do dia e os planos para as semanas seguintes, pois em cada semana há sempre algo de novo para fazer. Quando desenho tecidos, passo muito tempo a trabalhar no estirador e a digitalizar os desenhos no computador. Além disso, crio e escrevo moldes de costura e bordado, de modo que passo grande parte do meu tempo a trabalhar em imagens e texto, bem como a preparar moldes para publicação. Uma boa parte do meu tempo é igualmente gasta na consulta das redes sociais e na planificação dos nossos workshops. Tiramos fotografias e discutimos as estratégias de marketing com a minha equipa e a empresa Free Spirit. Assim, não tenho a certeza de que existe um dia típico... todos os dias são um pouco diferentes :).

Qual é para ti a ferramenta de trabalho mais importante?
A minha mão direita e um lápis.

A tua personalidade tem influência sobre os teus desenhos? Há uma cooperação entre ambos?
Estou em crer que as pessoas que me conhecem diriam que as minhas criações em muito se assemelham à minha personalidade. É sempre difícil descrevermo-nos a nós próprios, mas gosto de pensar que sou uma pessoa amável, sociável e enérgica... e também penso que as minhas estampas exprimem isso muito bem.

Quando tiveste o teu primeiro sucesso como artista têxtil?
O sentimento mais comovente que já alguma vez senti, foi quando sairam os primeiros cortes da minha primeiríssima coleção de tecidos e pude tocar com as minhas próprias mãos o magnífico, macio e colorido tecido de algodão. Teve muito significado para mim, para além de ter sido algo avassalador, já que tive de decidir o que coser em primeiro lugar com esse tecido. O que senti como o primeiro verdadeiro momento de sucesso foi quando reconheci o meu próprio tecido numa pessoa desconhecida na rua.

Muito obrigado Anna Maria pela entrevista!

Querem saber mais sobre Joel Dewberry e Anna Maria Horner? Então consultem as páginas web de cada um deles, onde ficarão a saber mais sobre estes artistas têxteis.

Entrevista com Amy Butler

Há já algum tempo que temos para vos oferecer os belíssimos tecidos de algodão dos criadores da Rowan, Amy Butler e Kaffe Fassett. Como sabemos que vos interessa muito saber quem são estes criadores e o que verdadeiramente os inspira, fizemos-lhes uma pequena entrevista e eis as respostas que nos deram. Entrevista com Amy Butler Nome: Amy Butler
Data de nascimento: 17 de outubro
Lugar de residência: Granville, Ohio, EUA
Formação: Licenciatura em Belas Artes pela Columbus College de Arte e Design. A minha vertente principal foi publicidade, com especial destaque em comércio retalhista, moda e têxteis.
Filosofia de vida: Faz o que gostas e gosta do que fazes!

Como te tornaste artista têxtil?
Trata-se de uma longa viagem! Estudei design têxtil e de moda na Escola de Belas Artes e, alguns anos mais tarde, eu e o meu marido Dave fundámos um atelier de design chamado "Art of the Midwest". Quando abrimos o nosso atelier, eu pintava desenhos de superfície à noite sobre a mesa da cozinha e durante o dia trabalhava numa plantação de fruta. Pouco tempo depois, comecei a fazer ilustrações para revistas e agências de publicidade. Uns anos mais tarde, iniciámos uma cooperação com a revista "Country Living". Foi aí que me concederam a licença para, em nome da marca, criar e produzir moldes, que eram vendidos através da revista, juntamente com as minhas instruções de como os usar. Quando a licença terminou, enviei os meus moldes para a International Quilt Market e fui rapidamente contactada por vários distribuidores e retalhistas. Depois disso, publiquei a minha primeira coleção de tecidos. Foi nessa altura que começou a magnífica relação entre os meus moldes, tecidos e a marca "Amy Butler".

Descreve-nos um dia típico de trabalho no teu atelier.
Cada dia é diferente, o que faz com que a minha vida se torne mais interessante e divertida. Antes de começar a trabalhar, reservo sempre um pouco de tempo para meditar ou praticar desporto. Pelas 9 da manhã estou no atelier, que é na nossa casa, e começo relaxadamente a cumprir o meu plano semanal. Trabalho no sentido de cumprir os prazos dos projetos criativos, ou em obras de arte, para além de me ocupar com as redes sociais, emails e outros assuntos relacionados com o meu negócio. Esforço-me por "ir com a corrente" e estar sempre disponível para tudo o que pode surgir durante o dia. Estar aberto a novas coisas traz bons resultados, pois ajuda a que o trabalho se mantenha interessante e a que nos mantenhamos criativos.

Qual é para ti a ferramenta de trabalho mais importante?
O meu telemóvel.

A tua personalidade tem influência sobre os teus desenhos? Há uma cooperação entre ambos?
Os meus desenhos refletem, sem dúvida, a minha personalidade. Crio com base na minha própria inspiração e experiências que me marcaram. Adoro todo o processo de partilhar a minha criatividade e as minhas paixões com os outros, através da minha arte e dos artigos que concebo.

Quando tiveste o teu primeiro sucesso como artista têxtil?
Sempre que vejo as minhas obras e os meus tecidos a darem alegria às pessoas. Comove-me profundamente e sinto-me imensamente agradecida por poder usar o meu talento para servir os outros. O meu sonho é que todos os seres humanos escutem e sigam a voz do coração, para que se possam divertir, criar e encontrar a alegria profunda!

Muito obrigado Amy pela entrevista!

Querem saber mais sobre Kaffe Fassett e Amy Butler? Então vejam as páginas web de cada um deles, onde ficarão a saber muito mais sobre estes artistas têxteis.

Entrevista com Kaffe Fassett

Há já algum tempo que temos para vos oferecer os belíssimos tecidos de algodão dos criadores da Rowan, Amy Butler e Kaffe Fassett. Como sabemos que vos interessa muito saber quem são estes criadores e o que verdadeiramente os inspira, fizemos-lhes uma pequena entrevista e eis as respostas que nos deram. Entrevista com Kaffe Fassett Nome: Kaffe Fassett
Data de nascimento: 7 de dezembro de 1937
Lugar de residência: Londres
Formação: Bolsa de estudo no Museu de Arte de Boston nos EUA e Associação de Estudantes de Arte em Nova York
Filosofia de vida: Aceita todos os desafios!

Como te tornaste artista têxtil?
Incentivaram-me a experimentar a técnica do patchwork e a desenhar os meus próprios tecidos, no momento em que era difícil encontrar nas lojas a escala certa de estampados que eu pretendia.

Descreve-nos um dia típico de trabalho no teu atelier.
Começo a trabalhar ainda antes do pequeno-almoço, normalmente por volta das 7 da manhã, ou até mesmo antes. Por vezes, também vou à piscina antes do pequeno-almoço. Começo, então, verdadeiramente a trabalhar por volta das 8h30 - pinto novas estampas, faço modelos de composições de patchwork para uma nova colcha, crio um novo bordado ou faço tricô de amostras para a próxima coleção de malhas da Rowan.

Qual é para ti a ferramenta de trabalho mais importante?
A minha enorme coleção de revistas e obras de referência.

Quando tiveste o teu primeiro sucesso como artista têxtil?
Quando publiquei o meu primeiro artigo na revista Vogue inglesa. Escrevi um artigo de 4 páginas, no momento em que trabalhava como designer de malhas para o criador de moda Bill Gibb.

Muito obrigado Kaffe pela entrevista!

Querem saber mais sobre Kaffe Fasset e Amy Butler? Então vejam as páginas web de cada um deles, onde ficarão a saber muito mais sobre estes artistas têxteis.

Amy Butler e Kaffe Fassett – agora na tecidos.pt

Amy Butler e Kaffe Fassett - agora na tecidos.pt "Rowan" é uma marca que inspira! Incluímos para vocês no nosso sortimento dois dos estilistas mais populares desta marca. A Amy Butler representa os designs em cores alegres com motivos gráficos claros. A sua colecção Hapi foi inspirada numa sua viagem ao Egipto e os adeptos dos motivos étnicos vão adorá-la. Kaffe Fasset inspira-se, por sua vez, na Natureza e aplica os motivos florais em têxteis de cores maravilhosamente alegres. Também incluímos para vocês a sua colecção mais actual no nosso sortimento e temos a certeza de que esta vos vai entusiasmar e inspirar como a nós!

Entrevista com Joel Dewberry

Muito recentemente, pusemos à vossa disposição os esplêndidos tecidos de algodão dos criadores Free Spirit Joel Dewberry e Anna Maria Horner. Como sabemos que vos interessa muito saber quem são estes criadores e o que verdadeiramente os inspira, fizemos-lhes uma pequena entrevista e eis as respostas que nos deram. Entrevista com Joel Dewberry Nome: Joel Dewberry
Data de nascimento: 12 de dezembro de 1974
Lugar de residência: Perry, Utah (pequena cidade com abundante produção de fruta, no norte do Utah)
Formação: Licenciatura em Belas Artes- Design Gráfico pela Universidade Brigham Young e Mestrado pelo Rollins College
Filosofia de vida: O passado já lá vai, aprende com ele! O futuro está à tua frente, prepara-te para ele! O presente está aqui, vive-o!

Como te tornaste artista têxtil?
Comecei em 2007, depois de ter sido convidado pela empresa Westminster Fibers para desenhar uma coleção de tecidos introdutória, só para "apalpar terreno " e ver se as minhas ideas e estilo seriam bem recebidos. Sete anos mais tarde, cá estou ainda a desenhar tecidos, desfrutando o prazer de fazer algo que adoro.

Descreve-nos um dia típico de trabalho no teu atelier.
Um dia típico no atelier consiste em ler e responder a emails, compilar e enviar amostras e encomendas de tecidos, na planificação de desenhos para as novas coleções, na recolha de ideias, em refletir como apresentar os meus novos desenhos e tentar averiguar para onde se move a indústria têxtil. Entretanto, há sempre um sem número de interrupções por parte dos meus filhos (que acolho com enorme satisfação), conversas com os amigos e família e um bocado de tempo que roubo para mim, para poder experimentar com caneta e tinta, fazer esboços a lápis, fotografia e pintura.

Qual é para ti a ferramenta de trabalho mais importante?
O meu bloco de desenho é, sem dúvida, a minha ferramenta principal. É o diário da minha criatividade, que capta todos os momentos e ideias mágicas. É a minha maneira de organizar os pensamentos e os caminhos criativos que quero seguir.

A tua personalidade tem influência sobre os teus desenhos? Há uma cooperação entre ambos?
É possível o contrário? Penso que seria um erro tentar separá-los, ou talvez seja mais fácil ser eu próprio, tal como me vejo através dos desenhos. Gosto de desenhar de forma a exprimir como vivo a vida naquele momento. É um reflexo do que é importante para mim, de onde vejo beleza e do que me desperta a atenção.

Quando tiveste o teu primeiro sucesso como artista têxtil?
Foi quando vi pela primeira vez o meu primeiro metro de tecido desenhado por mim. O meu estatuto de artista visual ficou, então, claro para mim. Fiquei muito comovido com a idea de que os meus desenhos possuíam agora uma forma tangível e palpável, pronta a ser usada por outros criadores.

Muito obrigado Joel pela entrevista!

Querem saber mais sobre Joel Dewberry e Anna Maria Horner? Então consultem as páginas web de cada um deles, onde ficarão a saber mais sobre estes artistas têxteis.